Vendedor de camisas

Notícia do Globoesporte.com:

“Venda de 345 mil camisas de James gera 41% do valor da transferência”

Segundo agência, colombiano já gerou R$ 100,2 milhões em poucos dias de clube

Obviamente, há que ponderar os dados acima, uma vez que somente uma porcentagem do valor arrecadado com o material esportivo efetivamente é destinado ao clube (a maior parte é do fornecedor esportivo).

Porém, enquanto isso, por aqui, os times ainda preferem juntar recursos utilizando somente 3 fontes de receitas: adiantamento da TV Globo, patrocinador máster e bilheteria. Ou, quando pretendem trazer uma grande estrela, se associam a fundos de investimentos de origem duvidosos, cujo objetivo é fazer do clube uma ponte para outro maior/melhor. É preciso entender que hoje em dia os clubes só sobreviverão com estratégias de marketing inovadoras.Caso contrário, nosso futebol seguirá a passos largos rumo ao rebaixamento.

Entendo a dificuldade dos gestores de marketing dos grandes clubes, uma vez que a “simples” ação de vender camisas se revela extremamente complexa na prática. Garantir a boa execução requer, por exemplo, um bom plano de marketing, garantir a disponibilidade do produto nos pontos de venda e uma, comunicação eficiente.

Quanto será que o Palmeiras arrecadou no mercado argentino após a chegada de 4 ídolos do futebol naquele país? .  

O case de sucesso de clubes europeus com venda de camisas não é novo, mas parece que ainda não haviam cruzado o Atlântico.

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