Esporte também é showbizz!

Recentes movimentações do mercado comprovam que realmente Esporte é negócio. E se esporte é negócio, entretenimento também é. Ou seja, a diversão e lazer de milhares, milhões de pessoas vale dinheiro e gera muita riqueza.

A frase acima, de certa forma, é a razão da existência do Marketing Esportivo. Afinal, um dos seus objetivos é justamente promover o desenvolvimento de mercado vinculado ao potencial emocional que o esporte promove.

Mas voltando ao início desse post, quero repercutir resumidamente duas negociações bilionárias e envolvendo gigantes do mundo corporativo que podem transformar o mundo esportivo nos próximos anos e, consequentemente, a maneira de consumo do entretenimento.

Nos últimos dias, a imprensa mundial informa que a Apple negocia a compra da McLaren. Não se trata, num primeiro momento, de adquirir a equipe de Fórmula 1, mas sim a holding da marca, cujo expertise em engenharia automotiva e sistemas de computação de bordo são referências em todo o mundo. Ou seja, o beneficiário principal seria a própria Apple, interessada em embarcar tecnologias dos automóveis em seus dispositivos.

Mas é compreensível sonhar com o fato inverso, ou seja, a dona do Iphone querendo entrar no mundo da F-1. Imagine se ela aportar a sua tecnologia, inovação e design à maior categoria de automobilismo do mundo? Certamente os monopostos e toda sua parafernália seriam mais legais, interativos, bonitos, sei lá…mas também os milhões de fãs em todo o planeta, que se beneficiariam de conteúdos mais interessantes em seus smartphones e plataformas tecnológicas.

Semanas atrás, a mesma Fórmula 1 foi protagonista de outro caso interessante. Os organizadores da categoria, foram adquiridos por um grupo de mídia e entretenimento norte-americano, o Liberty Media Corporation. Claro indício de que os novos donos irão investir em melhorias das soluções existentes de geração de conteúdo , cuja gestão atual já era alvo de críticas de consumidores justamente por não saberem aproveitar o seu real potencial. Nada melhor do que voltar às premissas dos velhos tempos, quando a F-1 era a grande responsável por antecipar tendências tecnológicas e por promover grandes espetáculos midiáticos.

Certamente os novos donos, com DNA de showbizz norte-americano, irão abrir outros tantos canais para amealhar novos mercados e consumidores ávidos por gastar seus dólares no consumo de experiências inovadoras para satisfazer suas necessidades por diversão.

Enfim, esporte é negócio e deve seguir assim. Cada vez mais.

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